#040: Tudo o que devo aprender com 1 Coríntios 6:9-10

A Nova Versão Internacional da Bíblia, a preferida de quem quer falar que a homossexualidade pecado(1), traduz os versos de 1 Aos Coríntios 6:9-10 assim:

Vocês não sabem que os perversos não herdarão o Reino de Deus? Não se deixem enganar: nem imorais, nem idólatras, nem adúlteros, nem homossexuais passivos ou ativos, nem ladrões, nem avarentos, nem alcoólatras, nem caluniadores, nem trapaceiros herdarão o Reino de Deus.

1 Coríntios 6:9,10

A partir de histórias fictícias criadas, porém, com base em fatos verdadeiros, e pesquisando o significado das palavras(2) desses versos, vamos aprender o que 1 Coríntios 6:9-10 tem a nos ensinar.

História 1

perverso | adj. | adj. n. m. 1. Que tem péssimas qualidades morais. 2. Que mostra perversão. 3. Traiçoeiro. 4. Que ou quem tem intenção de fazer o mal ou de prejudicar. = FERINO, MALIGNO, MALVADO

Tiago trabalha em uma grande empresa, uma multinacional. Ele começou como assistente de limpeza. Quase que diariamente ele congregava e jamais faltava dos cultos de sua comum congregação, a igreja local mais próxima de sua residência. Músico na igreja, sempre levava o violino para entoar os hinos. Após menos de dois anos na empresa, Tiago havia se formado na faculdade e foi promovido, assim como Andreia, a um cargo de assistente administrativo. Ela e Tiago faziam o mesmo trabalho e eram igualmente aptos para, depois de 1 ano como assistentes, serem promovidos. Como sabia que não havia nenhuma predileção, semanas antes da prova que fariam, Tiago aproveitou sua amizade com Andreia e começou a conversar sobre a vaga com ela. Deliberadamente, apesar de negar isso, começou a lhe dizer sobre as dificuldades que ela enfrentaria caso fosse promovida, questionava-lhe sobre como lidaria com os filhos, pois muitos dias teria de trabalhar até mais tarde, perguntou se seu marido não ficaria incomodado com o fato de ela ter de trabalhar aos sábados e, às vezes aos domingos. Dia após dia, Tiago conversava sobre esses assuntos com sua amiga Andreia que, enfim, desistiu da vaga. No mesmo dia em que foi promovido, Tiago testemunhou em sua comum agradecendo a Deus por aquela promoção que, sem merecimento, Tiago obteve. Apesar de ter agido de maneira não boa, Tiago não foi colocado fora do Reino de Deus, pois foi só um pouco perverso.

História 2

imoral | adj. 2 g. 1. Contrário à moral. 2. Falto de moralidade. 3. Desonesto. 4. Escandaloso. 5. Libertino. (li·ber·ti·no 1. Que ou quem revela um comportamento moralmente desregrado, centrado nos prazeres sexuais.)

Pedro nasceu e cresceu na igreja. Ele está sempre junto de seus amigos, que também frequentam a igreja, e sempre vão às reuniões de jovens e outros eventos religiosos. Muitas tardes ensolaradas de domingo, em lugar de estar nas piscinas ou clubes da cidade, Pedro veste seu paletó, viaja em caravanas para participar de cultos direcionados à mocidade. Pedro gosta de se vestir bem, mas não só isso, gosta de estar em destaque. Em cada domingo que participa desses cultos com a mocidade, ele conversa com uma moça diferente. Adiciona o contato dela e, depois, troca mensagens com ela. Ele ainda tem 18 anos, mas gosta de se socializar com as moças, afinal, precisará casar-se logo, logo. Ele é bonito, bem vistoso e as moças fariam tudo para conversar com ele, conhecê-lo mais de perto. Não só as moças, mas isso não vem ao caso. Infelizmente, a beleza de Pedro pode ser a ele um tropeço. Ele troca fotos com essas moças, pois, como tem apenas 18 anos, não consegue controlar seus desejos sexuais. Escondido, consome material pornográfico. Como não podia mais se conter, e como acreditasse ser pecado o sexo antes do casamento, com 19 anos Pedro finalmente casou-se. Uma linda festa em que ninguém foi privado de participar, apesar de muitos saberem que ele não conseguia se controlar sexualmente e, mesmo após o casamento, continuaria consumindo pornografia. É só um escape, um ancião lhe diz, é como uma “válvula de escape”. Pedro não ficou de fora do Reino, porque era só um escape.

História 3

idólatra | adj. 2 g. n. 2 g. | adj. 2 g. 1. Que ou pessoa que adora ídolos. 2. [Figurado] Que ou o que está cegamente apaixonado.

José Maria tem 45 anos e cresceu em uma igreja idólatra. Contudo, aos 15 anos, ele e sua família se converteram ao Evangelho. Desde então, José Maria abandou os ídolos, congrega assiduamente e assimilou rapidamente a cultura e a rigidez da doutrina tradicional e conservadora de sua nova igreja. Já faz 30 anos que ele veste o paletó com muito orgulho de pertencer à nova igreja cujas paredes dos templos são todas brancas, sem qualquer tipo de imagem abominável. Ele passou a combater ferozmente a idolatria e, desde que passou a atender reuniões de jovens, aos 20 anos, suas pregações sempre se voltam, de um jeito ou de outro, à condenação dessa prática desprezível da qual ele saiu e pode dar o testemunho. Ele tem muito orgulho de si, da pessoa honesta que se tornou, de como não é mais enganado pelos ídolos mudos, surdos e cegos que nada podem fazer. É verdade que, em seu trabalho, ninguém gosta muito dele, pois ele vive para afirmar aos colegas idólatras que eles estão muito errados, que são pecadores e que precisam, assim como ele, se converter. Ele fala de como ele reconheceu o próprio erro, e de como sua igreja é muito melhor do que qualquer outra, de como a doutrina que segue e que prega é infinitamente mais eficaz e mais verdadeira. Ele está cegamente apaixonado pela beleza da pessoa que se tornou e com a perfeição completa da igreja da qual é membro. É verdade que ele também se tornou incapaz de ouvir a história de quem pensa diferente dele, mas qual a culpa que José Maria tem se ele está coberto de razão de olhar apenas àquilo que sabe ser verdadeiro, mesmo que isso lhe faça falar coisas verdadeiramente dolorosas aos outros? Apesar de ter esse amor cego pela igreja, José Maria não ficou de fora do Reino, pois trocou a antiga idolatria por uma menos pior.

História 4

adúltero | adj. n. m. Que ou o que comete adultério. (a·dul·té·ri·o substantivo masculino 1. Violação da fidelidade conjugal. 2. Falsificação, adulteração.)

César mora em uma pequena cidade do interior e é crente desde os 17 anos, quando se batizou na igreja evangélica. Com 21 anos, já estava bem firmado na igreja e havia assimilado muito bem a doutrina conservadora; sabia perfeitamente que os pecados sexuais eram os piores de todos! Uma vez ele disse que se sentia tentado, pois o diabo lhe dizia que ele era demasiadamente belo e que poderia ter a mulher que quisesse. Lembre-se que o diabo é mentiroso e, no caso, dizer que ele era belo é que foi a mentira. César venceu a tentação e, apesar de supostamente belo, casou-se com uma moça da igreja e que, definitivamente, era bela! Tiveram dois filhos e viveram os 10 primeiros anos de casados muito unidos, aparentemente. Foi colocado como cooperador dos jovens e das crianças e exerceu o cargo bramindo veementemente o que havia aprendido sobre os pecados sexuais. Toda exortação e sermão consistiam praticamente apenas nisso. Ele assimilou tanto essa ideia de pecado sexual que passou a deixar sua esposa um pouco de lado, para se santificar. Ele não saía da igreja, estava sempre exercendo seu ministério enquanto sua adorável esposa cuidava dos dois filhos que, apesar de também adoráveis, eram terrivelmente arteiros. É verdade que César jamais traiu sua esposa com outra pessoa, contudo, já não correspondia adequadamente àquela primeira fidelidade conjugal. Ela pediu o divórcio. César, no momento, está sem cooperar com os jovens e crianças, mas logo, logo, ele terá a vitória nessa parte e terá a liberdade na igreja de volta. Apesar de não ter correspondido ao matrimônio integralmente, César não ficará de fora do Reino, pois, no sentido sexual, não adulterou o casamento.

História 5

ladrão | adj. n. m. | n. m. 1. Que ou quem rouba ou furta. = GATUNO, ROUBADOR. 2. Que ou quem revela desonestidade ou procede de má-fé. 3. Agiota, usurário. 4. Que ou o que se aproveita da desgraça dos outros. 5. Brejeiro, maganão.

Elias é genro de um cooperador do ofício ministerial. Ele e a esposa cresceram na igreja. Quando se casaram, não eram muito bem de vida, no sentido financeiro. Porém, não muito tempo depois, granjearam o talento de administrar os bens e, hoje, têm um império comercial na pequena cidade em que residem: mais de oito grandes lojas, de setores variados. Antes desse império, nas duas primeiras lojas que tiveram, houve muitos funcionários que foram exaustivamente explorados. Uma tia crente, uma prima crente, uma filha de ancião crente, um músico crente. Esses são os que sei que choraram com o tratamento que, como funcionários, receberam de Elias e da esposa, se sentindo humilhados e explorados. Ouvi dizer de outros casos, mas não poderia falar muito, pois não conheço as outras pessoas. Eles sonegavam impostos e agiam de má-fé com os funcionários, irmãos na fé ou não. Fizeram muitos simples “darem o sangue” para o sucesso das lojas. Com o império comercial estabelecido, Elias foi colocado para administrar a parte material e financeira das igrejas da cidade. Depois, conseguiu um cargo no ministério também. A tia, a prima, a filha do ancião e o músico de certo lhes perdoaram, pois são muito simples, humildes e crentes. Por isso, Elias não ficará de fora do Reino, ainda que ele e a esposa jamais renunciem ao império que construíram com muita má-fé e com humilhação de alguns pequeninos.

História 6

avarento | adj. n. m 1. Que ou aquele que tem muito apego ao dinheiro e não gosta de o gastar; que ou quem mostra avareza. ≠ DISSIPADOR, ESBANJADOR, GASTADOR, PERDULÁRIO, PRÓDIGO. 2. [Por extensão]  Que ou aquele que dá com pouca generosidade.

Ricardo tem muitas posses e é crente desde criança. Cresceu na igreja. Já tem seus quase 70 anos e há mais de 15 anos, quase 20 anos é agiota. Apesar disso, sempre foi firme e fiel aos preceitos que a igreja anuncia, jamais teve qualquer deslize sexual, mantém uma bela família com sua esposa, filhas, genros e netos. Mensalmente, Ricardo recebe dinheiro de pessoas com poucas provisões que o procuram para realizar empréstimos. Do lucro, ele sempre tira um pouco para dar nas coletas, principalmente naquelas destinas à construção de novos templos. Ele tem muitas posses, de maneira que sua filha, apesar de ter se formado em faculdade, apenas trabalha com ele. Ricardo não precisa mais de dinheiro, pois já tem a vida feita. Facilmente, poderia reduzir os juros que cobra na agiotagem, sem que isso lhe desse qualquer prejuízo. Como ele foi pobre na infância e venceu na vida, sempre que vê alguém na rua mendigando, despreza. Ele também já disse publicamente a alguns mais chegados que acha ridículo coletas para suprir o pobre, e que a obra da piedade é um assistencialismo desnecessário. Conversando com um diácono da igreja, muito seu amigo, disseram: o que o pobre precisa é de enxada para trabalhar, não de dinheiro de coleta. Ricardo jamais tirará qualquer centavo para ajudar alguém em necessidade financeira, pois sabe que com boa organização e planejamento, qualquer um pode ter muitas posses como ele. Ricardo não ficará de fora do Reino, pois, apesar de não dar com generosidade para não diminuir sua riqueza, ele contribui mensalmente com um valor simbólico para coletas destinadas à construção de novos templos da igreja.

Histórias 7

alcoólatra | adj. 2 g. n. 2 g. Que ou quem consome bebidas alcoólicas de forma abusiva e sistemática (constante).

História fora do contexto

João Luis não era crente, foi adotado ainda jovem por um homem muito bom e amoroso que, depois, se casou com uma mulher vinte anos mais nova. João Luis bebia todo dia. Ele sentia essa necessidade e não conseguia fugir desse vício. Sua mãe adotiva sempre o acompanhou e o encaminhou para clínicas de reabilitação e de apoio para que se livrasse do vício. Já mais velho, com seus 45 anos, começou a ir na igreja e se batizou. Ele não conseguia, contudo, abandonar a bebedice e ela tirou-lhe a vida aos seus quase 48 anos. João Luis não teve um funeral com a presença dos irmãos da igreja, apenas uma simplória e genérica oração para consolo da família.

História dentro do contexto

O irmão Pedro é um homem muito generoso. Como ancião, ele é incrível. Prega uma doutrina conservadora com tanto amor e dedicação que é impossível qualquer pessoa não ouvir seus sermões com o coração aberto. Ele tem o dom de expulsar espíritos. Certa vez, em um culto, um ancião pregava a Palavra e dizia que quem bebia não tinha como expulsar espíritos. O irmão Pedro, no banco, só escutou e ignorou. Acontece que, todo dia, em sua casa, o irmão Pedro bebia vinho. Aos finais de semana, apenas entre sua família, ele bebia cerveja. Era pouco, mas ele não conseguia ficar sem beber, jamais. Certa vez ele disse que quando foi expulsar um espírito o atrevido lhe disse: “não saio, porque você bebe”, ao que o irmão Pedro respondeu: “bebo mesmo, e pago com meu dinheiro, então, saia!”. O acusador saiu mesmo! Não sei o quanto esse caso é verdadeiro, mas ele tinha o dom mesmo, ainda que não conseguisse ficar sem beber, um pouquinho que fosse, todo dia. O irmão Pedro teve um belo funeral, cheio de irmãos, e não ficará fora do Reino, pois, apesar de alcoólatra, bebia só um pouco e conseguia até expulsar espíritos.

História 8

caluniador | adj. n. m. Que ou aquele que calunia. (ca·lú·ni·a 1. [Jurídico, Jurisprudência] Acusação falsa que fere a honra ou a reputação. 2. Mentira, invenção, embuste.)

O irmão José Paulo é um ótimo esposo e um ótimo pai. Suas duas filhas são moças belas e bem crentes, segundo ele nos conta. Quando a mais velha chegou na idade de namorar, ela se enamorou de um moço que veio do “mundo” e que não preservava muito os costumes da igreja, pois usava barba. O irmão José Paulo não gostou muito daquele namoro e, insistentemente, tentou dar-lhe o cabo. A filha, apaixonada, não terminou o namoro. O irmão José Paulo me disse, certa vez, que aquele moço era uma praga e que, com certeza, havia feito um “trabalho” para enlaçar a pobre filha. O moço e a moça ainda não se casaram, mas o irmão José Paulo tem certeza de que uma obra ainda vai acontecer e fala, para todo mundo, que aquele moço é um lobo vestido de ovelha que veio do “mundo” apenas para seduzir a jovem bela. O irmão José Paulo não ficará de fora do Reino, apesar de mentir sobre o moço ou dele falar coisas sem fundamento, afinal, é apenas para proteger a filha.

História 9

trapaceiro | adj. n. m. Diz-se de ou indivíduo de má-fé que por hábito faz trapaças. (tra·pa·ça 1. Contrato fraudulento. 2.  Ação desonesta para enganar alguém.)

O irmão Eleneu é uma ótima pessoa. Só fala de Deus e da igreja. Mas, pensa numa pessoa que faz rolo? É ele! Outro dia ele comprou um volante de carro antigo, que ele sabia que custava uns mil reais, facilmente. O senhor de quem ele comprou o volante acreditou na conversa fiada do irmão Eleneu e, por isso, lhe vendeu o voltante por vinte reais. Não foi fraudulento, é verdade, pois trato é trato. É claro que ele não ficará de fora do Reino, pois ser desonesto é seu ganha pão.

História 10

homossexual | adj. 2 g. | adj. 2 g. n. 2 g. 1. Relação sexual ou afetiva mantida entre pessoas do mesmo sexo. 2. Que ou quem sente  atração sexual por pessoas do mesmo sexo ou tem relações sexuais ou afetivas com pessoas do mesmo sexo.

João e Giovane vivem juntos há mais de 18 anos. João cresceu na igreja, mas com 28 anos se perverteu, pois se apaixonou por Giovane, apesar de ter resistido àquela paixão por quase 2 anos. No entanto, quando João fez 30 anos, Giovane lhe pediu em casamento e João aceitou. Por isso mesmo, ele deixou todos os cargos da igreja, pois conhecia muito bem a doutrina. Não deixou de congregar, contudo. Após 6 anos juntos, Giovane queria adotar uma criança e João também. Eles não formariam uma família, é claro. João, Giovane e seus dois filhos adotivos já convivem em harmonia há 12 anos. Em todo esse tempo João não deixou de congregar, pois gostava de ouvir os hinos na igreja e sentia alegria durante os cultos. Giovane sempre o acompanhava. No início, sentavam-se nos primeiros bancos da igreja, mas, humildemente, o irmão ancião pediu a eles que se sentassem nos últimos bancos, apenas para evitar burburinhos entre a irmandade. João já era batizado, apesar de muitos lhe dizerem que ele deveria renunciar a vida de pecado que vivia. Giovane também, após 15 anos congregando, gostaria de se batizar, mas na igreja era proibido batizar quem vivesse em pecado. Assim, eles ficarão fora do Reino, pois, para entrar, devem renunciar àquilo que chamam, erroneamente, de família.


História Extra – com base em Gálatas 5:19-21

Clécio é cooperador do ofício ministerial, extremamente rígido na doutrina no que se diz ao combate à lascívia, no que se refere à manter a moral e os bons costumes. Em uma reunião de conselhos à mocidade, por exemplo, se referindo às dádivas da ditatura, disse que “tempo bom era quando podíamos pregar contra o pecado, pois até mesmo o governo mantinha a ordem e a disciplina, a moral”. Ele é casado, tem dois filhos, a mais velha já se casou. Ele é impecável, apesar de promover dissensões e peleja, mas é porque ele sabe que os outros cooperadores da cidade não têm o mesmo zelo pela Obra como ele tem e como ele mesmo diz a muitos. Toda sexta-feira, Clécio gosta de ir a algum rodízio de pizza ou, senão, aos domingos, a algum rodízio de carnes. Ele vai e faz seu dinheiro valer a pena! Come tudo que tem direito e o quanto consegue, mesmo que já esteja satisfeito. Apesar de ser dado à glutonaria e de promover inimizadas e dissensões, ele não ficará de fora do Reino. Por quê? Bem, porque a gente precisa ressignificar essas palavras todas, exceto aquelas que se referem aos homossexuais!

Porque as obras da carne são manifestas, as quais são: adultério, fornicação, impureza, lascívia, Idolatria, feitiçaria, inimizades, porfias, emulações, iras, pelejas, dissensões, heresias,
Invejas, homicídios, bebedices, glutonarias, e coisas semelhantes a estas, acerca das quais vos declaro, como já antes vos disse, que os que cometem tais coisas não herdarão o reino de Deus.

Gálatas 5:19-21

glu·to·na·ri·a (latim glutto, -onis, glutão + -aria) substantivo feminino 1. Qualidade ou vício de glutão. 2. Sofreguidão.

glu·tão (latim glutto, -onis) adjetivo e substantivo masculino 1. Que ou aquele que come com avidez e em excesso. = COMILÃO, GULOSO ≠ BIQUEIRO, DEBIQUEIRO


Outras histórias poderiam ser criadas com base nos termos de: 
• Aos Gálatas 5:21 – Não herdarão o Reino os adúlteros, os fornicários, os impuros, os lascivos, os feiticeiros, os que têm inimizades, os que fazem porfias, os que promovem emulações, os que agem com iras, os que promovem pelejas, os que causam dissensões, os que cometem heresias, os que têm inveja, os que cometem homicídios e os que são a bebedices.
• Apocalipse 21:8 – Serão lançados no inferno os tímidos, os incrédulos, os abomináveis, os homicidas, os que se prostituem, feiticeiros, idólatras, que amam ou cometem mentira.


(1) Eu não gosto muito da versão NVI da Bíblia. Sobre a tradução desse mesmo verso, sugiro um aplicativo como o YouVersion e a leitura do texto #038 deste blog.

(2) Fonte de consulta para os termos: Dicionário Priberam da Língua Portuguesa [em linha], 2008-2021, https://dicionario.priberam.org [consultado em 20-08-2021].

Tags: Homossexualidade, Lésbica, Gay, Bissexual, Transexual, Travesti, Intersexual, Assexual, LGBT, LGBTIA, LGBTQIA+, Congregação Cristã no Brasil, CCB.

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